Sábado, 13 de Junho de 2026
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Polícia Delegacia

Suspeito de feminicídio de modelo é encontrado morto em cela da Delegacia de Homicídios; A suspeita é de "suicídio"

Polícia Civil informa que primeiras apurações indicam suicídio por asfixia dentro da unidade policial

Por J.C Martins
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José Carlos Martins Júnior

J.C Martins

ararinhabruh@gmail.com
João Pessoa-PB

| 13/06/2026 05:56
Foto: Ana Luiza Mateus / Redes sociais
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O homem preso em flagrante pelo feminicídio da modelo Ana Luiza Mateus Souza, de 29 anos, foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira (22) no interior de uma cela da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O caso acrescenta novos desdobramentos a uma ocorrência que já havia causado forte repercussão.

Identificado como Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, o suspeito estava custodiado na unidade policial após ser detido em razão da morte da modelo. Segundo informações preliminares divulgadas pela Polícia Civil, ele teria cometido suicídio.

Em nota oficial, a corporação informou que as primeiras evidências apontam que o detento tirou a própria vida por meio de asfixia, utilizando parte da própria roupa.

De acordo com a apuração inicial, o material empregado teria sido um pedaço de tecido retirado de uma bermuda que ele vestia no momento em que estava na cela.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) informa que o homem preso em flagrante pelo feminicídio de Ana Luiza Mateus Souza foi encontrado morto no interior de sua cela. As primeiras informações apontam que ele tirou a própria vida por meio de asfixia, utilizando tecido da roupa”, declarou a Polícia Civil em comunicado.

As circunstâncias exatas da morte ainda deverão ser esclarecidas por meio de procedimentos internos e perícia técnica. O caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.

A morte de Ana Luiza Mateus Souza, de 29 anos, havia mobilizado as forças de segurança e provocado grande comoção. A prisão em flagrante do suspeito ocorreu logo após o crime.

Com a morte de Endreo Lincoln Ferreira da Cunha sob custódia do Estado, novos questionamentos podem surgir quanto à segurança e ao monitoramento de presos mantidos em unidades policiais.

A Polícia Civil não informou, até o momento, se imagens de câmeras de segurança ou depoimentos de agentes serão utilizados para complementar a investigação sobre o ocorrido.

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