Sábado, 24 de Outubro de 2026
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Política Bayeux

Disputa pela presidência da Câmara de Bayeux expõe racha político e provoca impasse judicial

Jays de Nita rompe com grupo da prefeita Tacyana Leitão e se alia à oposição; divergências sobre a convocação colocam em dúvida a data da eleição.

Por J.C Martins
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José Carlos Martins Júnior

J.C Martins

ararinhabruh@gmail.com
João Pessoa-PB

| 24/10/2026 12:36
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A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, é marcada por um racha político, divergências na formação das chapas e questionamentos sobre a validade dos editais de convocação. O conflito ganhou força após a atual presidente da Casa, vereadora Jays de Nita, perder o apoio do grupo da prefeita Tacyana Leitão e se aliar à oposição na disputa pela presidência do Legislativo.

A mudança de posicionamento ocorreu depois que a base governista decidiu apoiar o vereador Noquinha para comandar a Câmara. Parlamentares aliados à prefeita afirmam que Jays teria concordado em ocupar a vice-presidência da chapa governista. Seu nome, inclusive, apareceu na composição como candidata a vice, mas aliados da vereadora sustentam que ela não autorizou sua inclusão.

Após o rompimento, Jays de Nita firmou acordo com a oposição e passou a disputar a presidência por uma chapa adversária ao grupo governista. De acordo com a articulação política, a oposição reúne nove vereadores, enquanto a bancada alinhada à prefeita Tacyana Leitão conta com oito parlamentares.

Além da disputa pelo comando da Casa, a data da votação também provocou divergências. Um primeiro edital convocou os vereadores para a próxima semana, mas Jays afirmou não reconhecer o documento. Em seguida, a presidente publicou uma nova convocação, estabelecendo a realização da eleição para domingo (18). A validade desse segundo edital, contudo, passou a ser contestada por integrantes da base governista.

Representantes do grupo da prefeita informaram que recorreram à Justiça para tentar impedir a realização da eleição no domingo. Uma decisão judicial era aguardada para as horas seguintes, enquanto os dois grupos políticos disputavam o controle da Mesa Diretora da Câmara Municipal.

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