A empresária presa em Atibaia, no interior de São Paulo, suspeita de integrar um esquema de comercialização irregular de substâncias utilizadas em medicamentos para emagrecimento, foi solta nesta sexta-feira (24) após audiência de custódia. A decisão concedeu liberdade provisória mediante o cumprimento de uma série de medidas cautelares determinadas pela Justiça.
Entre as condições impostas estão a proibição de se ausentar da comarca sem autorização judicial, a obrigação de manter telefone e endereço atualizados e o recolhimento domiciliar no período das 22h às 6h, além de outras exigências previstas no processo.
A investigada havia sido presa na quinta-feira (23), durante um desdobramento de operação conduzida pelo Ministério Público do Paraná. A ação apura a entrada irregular no Brasil de substâncias vindas do Paraguai, supostamente destinadas à produção ou manipulação de medicamentos para perda de peso sem autorização dos órgãos reguladores nacionais.
Segundo as investigações, a mulher mantém uma loja em Bragança Paulista. Durante o cumprimento do mandado judicial, agentes localizaram em sua residência frascos da substância proibida, além de indícios de fracionamento do material, prática considerada irregular pela legislação brasileira.
O caso segue sob investigação, e as autoridades buscam identificar a possível participação de outras pessoas no esquema, bem como a extensão da rede de comercialização clandestina.
